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Comparativos 125cc

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Mensagem  Convidad em Ter 26 Out - 20:15

Um pequeno comparativo de alguns ferros que achei por bem por aqui,irei assim que possa também colocar um pequeno comparativo de algumas Maxis que estão no mercado!

IN "Motociclismo"

Quando se pensa nos modelos habilitados a serem conduzidos com a carta A1, os tais que agora já se podem conduzir com carta B, a imagem que geralmente nos surge são scooters, mas existe um grupo de motos utilitárias que, mantendo a economia de aquisição, manutenção e consumos, vêm ao encontro dos que, querendo um modelo desta classe, não dispensam o “feeling” da condução com caixa manual.
Estas utilitárias são aqui representadas pela novíssima I-moto Strada, SYM XS, Keeway Speed e Yamaha YBR, as únicas que conseguimos reunir nesta altura, pois a Honda CG 125 foi recentemente descontinuada, e a sua substituta, a CBF 125, ainda não se encontrava disponível.Igualmente não conseguimos assegurar para este trabalho a Daelim Roadwin ou a bicilíndrica Hyosung Comet, que teria certamente uma palavra a dizer.
Não é por acaso que estas motos são as escolhidas por grande parte dos que fazem da moto o seu veículo de trabalho – como os estafetas ou os carteiros. Afinal, estamos perante motos que custam entre os 1500 e os 2300 euros, com consumos médios aos 100 km a rondar os 2,5 litros ou pouco acima, custos gerais de manutenção bastante reduzidos e sem pagarem o famigerado “selo”, que isenta as 125 cc.

Estas sim, e se exceptuarmos as scooters, são as verdadeiras armas de combate à crise, e a diferença no bolso faz-se efectivamente sentir, conforme pudemos constatar durante o mês que as tivemos por cá, e eram o nosso meio de transporte diário de casa para o trabalho.
Vamos conhecê-las melhor.

IMOTO-Strada

Um verdadeiro caso à parte dentro deste segmento, devido ao nível de equipamento utilizado. De facto, não é comum encontrarmos uma 125 cc 4T utilitária dotada de uma forquilha invertida, monoamortecedor e pneu “140” atrás, duplo disco de travão dianteiro, jantes de 17’’ e alguns outros “pozinhos”, que oferecem um impacto visual impossível de atingir pelas suas rivais. Na verdade, enquanto as tivemos aqui em teste, e porque “os olhos também comem”, era aquela em que todos queriam dar uma volta. Se o motor acompanhasse o nível da ciclística, estaríamos perante uma verdadeira “bomba” na categoria.
Tanto as suspensões como a travagem não são apenas para o “look”, e conferem à estrada um comportamento muito bom, especialmente o potente duplo disco na frente, potente e doseável, trabalhando muito bem com a forquilha invertida de belo efeito estético. Em andamento, somos presenteados com o assento mais confortável do lote, mas a posição de condução, um pouco carregada sobre os avanços, é a menos natural. O conforto também é um pouco penalizado pelas vibrações transmitidas ao condutor, em particular pelos poisa-pés. A caixa é rija de accionar e o motor não está à altura da ciclística, mas embala até aos 110 km/h, por volta das 8500 rpm, e dificilmente de lá sai, embora o “red line” esteja assinalado às 12.000 rpm.Na instrumentação, o balanço é dúbio. Por um lado, tem o painel mais moderno, e conta com elementos que nenhuma das outras possui, como o botão de “passing”, mas, por outro, não tem conta-quilómetros parcial (com que todas as outras contam), e o indicador de nível de combustível, com graduação luminosa a imitar LEDs, é tudo menos exacto, e só funciona quando o depósito está atestado. Este último elemento, tem capacidade para 22 litros de combustível (!!), mas atenção em não o encher demasiado, pois (pelo menos na unidade testada) o tampão do depósito não veda, e a cada travagem ou oscilação passamos a ter a gasolina a escorrer pelo depósito.
A Strada é a segunda moto mais cara deste grupo, o que se justifica pelo nível da ciclística, mas há pormenores a rever.

SYM XS 125-K


A SYM XS 125-K foi a moto mais “poupadinha” deste lote. Embora, no nosso percurso de consumos, tenha sido batida por pouco pela Yamaha com o seu motor de injecção, a SYM ficou a apenas 0,05 litros da média feita pela Yamaha YBR, com 2,60 l/100 km, contra 2,55 l/100 km. Se juntarmos a isto o preço mais barato do grupo (1520 euros), que fica a 805 euros da mais cara, a Yamaha, o balanço final em termos de “moto para a crise”, pende claramente para a SYM. Mais ainda: a unidade testada não estava 100% em termos de carburação, e julgamos que, caso estivesse em perfeitas condições, poderia ter feito consumos ainda mais reduzidos – obviamente, longe dos “esticados” 1,3 litros aos 100 km, que a marca declara no seu site.
Mas, não se pode ter tudo, e, ao vencer neste capítulo, a SYM XS 125 descura outros elementos, um pouco aquém da qualidade geral que já tínhamos encontrado em scooters da marca de Taiwan. Falamos de uma suspensão dianteira bastante “mole”, em que o curso quase esgota em qualquer travagem (um problema que, eventualmente, poderá ser resolvido com óleo mais espesso ou outras molas), o que nos faz ter alguns cuidados extra ao accionar o travão de disco dianteiro. O travão traseiro é de tambor, mas acaba por funcionar melhor que o da frente, de tacto “esponjoso”. Os manómetros de aspecto pouco cuidado (embora não deixe de ser completo) e as muitas vibrações transmitidas ao conductor através dos poisa-pés, completam o lote de defeitos que encontrámos.
Por outro lado, e para além da já mencionada economia de preço e consumos, temos uma posição de condução confortável, com as mãos a repousarem naturalmente sobre o guiador, que é o mais largo das quatro, o que não é tão prático ao circular por entre filas de carros, mas também não é nada de impeditivo. Quando “embalada”, a XS acaba por ser das mais velozes, a par da Yamaha, embora seja nesta altura que as já citadas vibrações mais se fazem sentir.
O balanço final acaba, contudo, por ser positivo, pese embora o conjunto suspensão/travagem dianteira. Mas, ao comprar uma utilitária por apenas “trezentos contos”, já poupamos o suficiente para remediar estes contras.

Keeway Speed 125

Uma das sensações na tabela de matriculações de motociclos em 2008, a Keeway Speed 125 terminou o ano no segundo lugar, muito devido à venda “em massa” destas 125 cc para a frota dos CTT. Era, pois, um modelo imprescindível no nosso trabalho.
Em termos estéticos, não adianta nada de novo nem compromete, adoptando um perfil simples de utilitária, tal como as restantes motos deste trabalho, excepção feita à mais cuidada i-moto.
No equipamento, o que mais se destaca é um elemento que nenhuma das outras possui, um alarme de origem que conta também com um controlo remoto para a ignição. O comando do ar é junto ao punho esquerdo, uma mais-valia, ao contrário das rivais i-moto e SYM, em que este elemento se situa junto ao carburador. O painel de instrumentos é completo e funcional, com os mostradores em fundo branco e aspecto cuidado. Conta com indicador do nível de combustível e outro para a marcha engrenada, embora os números deste último sejam pouco visíveis com o sol a incidir.
Em andamento é, das motos deste comparativo, a que menos vibrações transmite ao condutor (só superada pela Yamaha). As suspensões acabam por ter uma nota positiva, em particular a dianteira, embora a posterior seja um tanto “seca”, não absorvendo bem as irregularidades dos nossos maltratados pisos citadinos.
No capítulo do conforto, é este o ponto menos conseguido, pois no restante não compromete. À ausência de transmissão de vibrações, bem absorvidas pelos poisa-pés, junta-se um assento razoável, e uma posição de condução natural, com os espelhos a oferecerem uma boa visibilidade.
No que toca à travagem, apenas o elemento traseiro – um disco – funciona sem reparos, pois o travão dianteiro tem um tacto bastante rijo e pouco progressivo.
O preço é uma boa surpresa (1672 euros), sendo a segunda moto mais barata deste comparativo. Apesar de termos verificado um consumo reduzido, que não chega aos 3 litros aos 100 km, a Speed 125 foi a terceira mais “gastadora”, e este dado, em conjunto com o depósito de combustível mais pequeno do lote (11 litros), faz com que a Keeway seja a que possui menor autonomia entre as rivais aqui presentes.

Yamaha YBR 125


A Yamaha YBR 125 é uma representante perfeita deste segmento, com linhas simples e sem pormenores supérfluos. Quase passa despercebida, mas um olhar mais atento depressa dá a entender que tudo está no seu sítio, com os melhores acabamentos e qualidade de construção do lote de modelos que reunimos para este trabalho. Até podem faltar alguns detalhes que as suas rivais possuem, mas o certo é que, na YBR, tudo o que lá está funciona sem reparos.
Acabou por se revelar, com alguma margem, a melhor moto deste comparativo, e a haver alguma dúvida na escolha, esta só poderá dever-se ao seu preço mais elevado. Afinal, sempre são mais 805 € do que a mais barata do grupo, mas a qualidade geral acaba por o justificar.
A “cereja no topo do bolo”, no caso da YBR, é, sem dúvida, o seu motor, o único bloco deste lote alimentado por injecção electrónica de combustível. Para além de ser o que revelou menor consumo (2,55 litros/100 km), o motor da Yamaha é também o melhor em todos os restantes parâmetros, seja em aceleração, recuperações ou velocidade máxima, estando neste último ponto ao nível da SYM, embora chegue lá (aos 120 km/h) muito mais depressa. Quando a YBR acelera para perto dos 100 km/hora, ainda as suas rivais estão a lutar para passarem dos oitenta, graças ao seu bloco “injectado”, suave e eficaz. O assento não é o mais confortável (batido pela I-Moto e Keeway), mas a posição de condução é natural e, tudo somado, é a que melhor se desembaraça no trânsito citadino. A travagem não deslumbra nem compromete, e acaba mesmo por ser a segunda melhor nesta área, superada pela I-moto, e as suspensões seguem a mesma linha.
Conta com um painel de instrumentos simples mas de boa leitura. É a única que não tem indicador de marcha engrenada, e não tem corta-corrente no punho (embora o tenha quando se baixa o descanso, elemento com que a I-moto também conta).
O motor de injecção e a qualidade geral de construção compensam o valor mais elevado pedido pela YBR, que se faz valer ainda de um conjunto equilibrado e eficaz para vencer com justiça este comparativo.


Boas curvas e espero ter sido útil!
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Mensagem  ruiramosilva em Ter 26 Out - 22:10

Grande artigo parabéns Costa.
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Tinhas que começar pelos ferros, a ferrugem corre-te no sangue Comparativos 125cc 546902
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Mensagem  veiga em Qua 27 Out - 12:14

aqui a minha escolha seria:

1- Honda CBF 125

2 - Yamaha YBR 125

3ª Sym XS 125

4º Keeway Speed

5ª I-moto


Agora a explicação.


Em priimeiro a Honda...pq é mais bonita que a a Yamaha, tem semi-carenagem e ...é Honda. A Yamaha é uma excelente máquina, tem provavelmente o melhor motor das 125, mas já é um modelo a precisar de renovação. Aliás no Brasil, sua terra natal, já se vendem as novas YBr. Quando chegarão cá?

3ª e 4ª lugar: A nível de fiabilidade e qualidade de materiais, tanto a Sym XS 125 como a Keeway Speed são uma bosta!
Apenas coloquei a Sym em 3º porque tem uma ciclista melhor é é mais user-friendly, ou seja é mais fácil de conduzir e sem dúvida mais confortável. De resto...se estão a pensar comprar....optem antes por uma CBF ou YBR, gastam um pouco mais de guito mais ficam incomparavelmente melhor servidos...e não se tornam amigos da oficina.... lol!

A I-Moto ficou em 5º simplesmente pq não a conheço. Já a vi, e é grande, muito grande....e pensar que aquilo tudo tem de ser puxado por um motor de apenas 125 cc... Comparativos 125cc 536420
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Mensagem  Convidad em Qua 27 Out - 12:36

ruiramosilva escreveu:Grande artigo parabéns Costa.
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Tinhas que começar pelos ferros, a ferrugem corre-te no sangue Comparativos 125cc 546902
Claro Rui,não posso negar o meu "sangue ferroso" Comparativos 125cc 314343 ,agora isto é um comparativo APENAS,não é a minha escolha Comparativos 125cc 668205 porque quem me conhece.......sabe do que eu gosto........BOBBER,CHOPPER lol! lol! lol!

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